4 Coisas que Aprendemos “Ao Contrário” e que Estranhamente Achamos NORMAIS.

Coisas que aprendemos ao contrário e que achamos normais.

Desde que nascemos aprendemos valores, costumes e como agir de forma “politicamente correta” para conseguir nos encaixar em uma sociedade ávida por cobranças e pré-julgamentos, afinal, ninguém gosta de ser a “ovelha negra” do mundo. A maioria de nós precisa garantir que realmente pertence ao meio em que está inserido, queremos ser aceitos e até aplaudidos por estarmos em “concordância com as normas” de vez em quando, é um impulso natural do ser humano.

Mas te convido a uma reflexão: Quem é você realmente? Você é fruto desta mistura de informações e convenções “inquestionáveis” que foram passadas a cada um de nós geração após geração, ou você pensa por si mesmo e age, de forma ética, de acordo com seus imperativos internos e valores que ao longo da vida você foi incorporando como certos de acordo com suas próprias experiências e reflexões? Não, eu não estou estimulando você a se virar contra as regras da sociedade de forma egoísta. Muitas delas existem para que possamos viver civilizadamente. O convite na verdade é para um exercício de questionamento sobre tudo e todos. Somos seres inteligentes e é hora de mudar e fazer diferente. Se o mundo estivesse em plena harmonia, poderíamos sentar e relaxar, por que mexer em “time” que está ganhando é loucura. Mas infelizmente não é este o nosso caso, então, confrontar valores, costumes e formas de agir é imperativo para conseguirmos recriar e cocriar um mundo melhor.

Michael Ellner, considerado um dos maiores hipnotistas do mundo e praticante da medicina alternativa, escreveu: “Olhe para nós. Tudo é feito ao contrário, tudo está de ponta cabeça. Médicos destroem a saúde; advogados, a justiça; psiquiatras, as mentes; cientistas, a verdade; a mídia, a informação; as religiões, a espiritualidade; e os governos destroem a liberdade”. Sem dúvida é uma afirmativa simplista e generalista demais para descrever o caos em que vivemos, mas de alguma forma, bate fundo dentro do peito e nos força a olhar mais de perto para estas questões e refletir.

Para dar um empurrãozinho nesta jornada que uma hora ou outra teremos que fazer, o Evoluterapia preparou 4 tópicos contendo afirmações falsas e respectivas explicações sobre coisas que fazemos no “modo automático”, mas que talvez precisem ser revisitadas, repaginadas e atualizadas sempre respeitando as verdades, experiências, reflexões e crenças de cada um. E não se esqueça de colocar nos comentários a sua opinião do que seria um mundo ideal para você?!

Falso: Coloque o próximo sempre em primeiro lugar

Este é um assunto delicado, pois vai contra tudo o que aprendemos até hoje. Porém, NÃO, a pessoa que tem que vir em primeiro lugar é VOCÊ. Sim, você mesmo. Eu explico: Você consegue ajudar alguém tendo suas próprias necessidades básicas não atendidas? Por exemplo, quando viajamos de avião, recebemos uma série de instruções antes mesmo da decolagem. Uma delas, é que em caso de falta de oxigênio na aeronave, máscaras irão cair bem à frente dos passageiros, e eles enfatizam a necessidade de colocarmos nossas próprias máscaras antes de ajudar uma criança ou qualquer outro passageiro em dificuldades que estejam sentados ao nosso lado. O que está explícito nesta instrução é que, se tentarmos ajudar o próximo, em detrimento de nós mesmos, podemos morrer e ainda provocar a morte do outro. Este ponto pode parecer egoísta, mas acredite, não o é. Pelo contrário, imagine você ajudando o outro com a máscara sem que você mesmo esteja respirando, seria um desastre!

Falso: O casamento é a união de duas metades.

O conceito do amor e o de compartilhar a vida com o outro tem mudado muito ao longo dos últimos anos. Na verdade, o casamento deve ser a união de dois inteiros e não de duas metades. Para que uma união sadia aconteça, precisamos ser pessoas inteiras, independentes e desapegadas. Isto nem de longe é uma tarefa fácil, mas a concepção da união de duas metades nos remete à sensação de dependência e do apego excessivo. Um exemplo, é um esperar que o outro lhe traga felicidade ou preencha o vazio que existe em cada um de nós. Temos que estar atentos para o fato de que a felicidade só será encontrada dentro de nós mesmos. E o vazio? Todos nós sentimos, e temos que aprender a lidar com ele sem esperar que o outro seja o nosso salvador. Cobrar isto de alguém é um grande erro.

E por falar em apego…. Falso: É bonito quando alguém diz que se apega fácil.

O apego nunca é uma coisa inteiramente positiva. Claro, amamos as pessoas e nossos bens materiais, e queremos que fiquem perto de nós, no entanto, não temos controle sobre nada que esteja fora de nossos corpos e mentes. Os bens vêm e vão e nossos entes queridos também. Muitas pessoas se apegam ao passado e se esquecem de viver o presente, é como se estivessem algemadas a situações anteriores. Temos que aprender a deixar ir, o passado não existe mais e o futuro não existe ainda, então que mal tem nos soltarmos nas correntezas da vida e vivermos intensamente a única coisa REAL que temos nas mãos: O momento presente, abrindo espaço ao NOVO, sem apegos e controles excessivos.

Outro fato importante é que quando nos “desapegamos” conseguimos nos distanciar e com isso ser mais criativos e possuidores de uma visão mais macro, facilitando a resolução de nossos problemas e até os dos outros. É como procurar um anel no fundo de uma piscina, é só estar fora dela para conseguirmos enxergar exatamente onde ele está. Por isso, desapegue, doe as coisas que você não precisa mais, esteja no presente e viva uma vida mais leve.

Falso: Prefiro ser feliz do que ser rico.

Há uma crença comum extremamente equivocada sobre a felicidade e a riqueza que nos afasta de duas realizações importantes na vida, uma em detrimento da outra. Primeiro que são coisas totalmente distintas, é como comparar maçãs e abacaxis. A felicidade é uma coisa, independe de lugar, estado civil, renda mensal, etc. E riqueza, nada tem a ver com esta felicidade que tanto procuramos, que é o estado de gratidão contínuo, leveza de espírito, harmonia interna e com o mundo que nos cerca. (Leia artigo sobre felicidade) O dinheiro traz felicidade? De certa forma sim, uma felicidade temporária, que eu preferiria chamar de alegrias momentâneas, que nada têm a ver com o que foi descrito acima. Podemos ser felizes e ricos? Com toda a certeza! Devemos e podemos sim, entrar na sintonia da felicidade e da abundância de bens materiais através de mentalizações e do sentimento de gratidão pelas coisas e pessoas que temos em nossas vidas. Não, não há problema algum em sermos felizes e ricos, já parou pra pensar nisso? 🙂

Como seria o seu mundo ideal?

Nos conte como seria um mundo ideal para você. Estamos vivendo grandes transformações em nosso Planeta e precisamos de soluções o mais rápido possível. Compartilhe suas ideias em nossa comunidade nos comentários abaixo.

Autoria: Lilian de Camargo Cunha – Professional & Life Coach

 

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